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Quem tem uma dívida ou precisa de crédito para antecipar um sonho ou necessidade pode se pegar pensando se vale a pena dar um imóvel como garantia de empréstimo. O fato é que este tipo de crédito que é muito comum em outros países ainda é novo no Brasil e deve ser usado com cuidado. Quem não paga este empréstimo pode perder a casa.

Imóvel como garantia de empréstimo

O empréstimo com garantia pode apresentar taxas mais baixas que outras modalidades de crédito e tem sido oferecido pelos bancos como alternativa ao cheque especial e ao crédito pessoal. Contudo, ele não é uma solução para todos e pode inclusive causar problemas.

Conhecido como hipoteca, a vantagem deste crédito que tem alienação de uma casa, apartamento ou terreno são os juros baixos. Além disso, este tipo de empréstimo conta com prazos maiores de pagamento. Pode ser uma solução para o consumidor que entrou em uma alta dívida no rotativo ou no cheque especial.

A parte negativa deste tipo de crédito está no risco de perder o imóvel. É preciso estar muito certo das suas possibilidades de quitar as dívidas e entender o risco envolvido na operação. Além disso, o valor mínimo de empréstimo costuma ser mais alto do que no empréstimo pessoal sem consignação, por exemplo.

Hipotecas nos bancos

Hoje há pelo menos cinco bancos tradicionais que oferecem o crédito com garantia de imóvel no país. No Santander, por exemplo, é possível tomar crédito entre R$ 30 mil e R$ 2 milhões, havendo uma limitação de 60% do valor do imóvel. O prazo de pagamento é de 20 anos. Já na Caixa Econômica o valor mínimo de crédito é de R$ 20 mil e o prazo de pagamento também é de 20 anos. Itaú, Bradesco e Banco do Brasil também oferecem este tipo de empréstimo.

Registros no Serasa

Em março desde ano, a Serasa fez um anúncio no qual informou que foi autorizada pelo Banco Central a fazer, a partir do mês de outubro, o registro dos imóveis que forem dados como garantia para operações de crédito. Serão registrados, entre outras informações, os nomes das partes envolvidas e o valor do financiamento.

Desta forma, a partir do início da operação, toda vez que um banco registrar um imóvel como garantia de crédito no cartório, este deverá também informar para a Serasa, pelo site ou integração de sistemas, a operação.

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