Uma mulher asiática de óculos olhando e sorrindo para um tablet

Você chega na porta-giratória. Tira celular, guarda-chuva, cinto e qualquer objeto metálico. E quanto finalmente entra, está lá a fila. Pega a senha ou espera o gerente. Em muitos lugares, é proibido usar o celular enquanto aguarda. O atendimento é limitado e coincide com o horário de trabalho. E se precisar ir de carro, vai ser difícil ou caro estacionar. Ah sim, e nem sempre é possível resolver de forma satisfatória o seu problema.

Não por acaso os rankings de reclamações de serviços, como os Procons, têm os bancos disputando os primeiros lugares. Um setor com pouca concorrência e muita reclamação. Mas esse cenário vem mudando. Nos últimos anos diversas empresas menores e mais eficientes apareceram para mudar o mercado financeiro. São as fintechs.

Fintechs

A palavra fintech é a união entre “finance” e “technology” (finanças e tecnologia, em inglês). São empresas que usam tecnologia para oferecer serviços financeiros de maneira rápida, sem burocracia, intuitiva e fácil, de preferência adaptada ao celular.

Uma das principais diferenças é estabelecer uma experiência fluida, com confiança e transparência. O principal foco do negócio está na solução oferecida e a geração de receitas é uma consequência do processo.

Outra característica é a especialização em um único serviço. Ao contrário de um grande banco, que possui milhares de produtos nas mais diversas categorias, as fintechs se especializam em poucos serviços, com foco total em criar a melhor experiência possível. O Brasil possui centenas delas, divididas em áreas como pagamentos, cartões de crédito, seguros, investimentos, gestão financeira e de crédito, como a Lendico.

Fintechs de Crédito

As fintechs de crédito brasileiras vêm se destacando por conseguir oferecer crédito de forma segura e, em geral, com taxas médias mais baratas que os grandes bancos.

Isso é possível por atuarem com uma estrutura enxuta e pelo uso de tecnologia para personalizar a taxa de juro de acordo com risco de cada cliente. Em um grande banco, os clientes são separados em grandes cestas, com milhões de pessoas e os juros são cobrados de acordo com as características financeiras de todas essas pessoas. Inevitavelmente, bons pagadores recebem taxas mais altas para compensar a inadimplência dos maus pagadores.

Em uma fintech de crédito como a Lendico é diferente. O uso de tecnologia permite calcular uma taxa personalizada para cada cliente, de acordo com as características de cada indivíduo. Assim, o bom pagador recebe taxas mais justa.

A Lendico está no Brasil desde julho de 2015 e já emprestou mais de R$ 200 milhões para mais de 30 mil clientes. O processo é todo feito via internet e as taxas médias mais baratas que as dos grandes bancos para empréstimo pessoal.

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